domingo, 22 de junho de 2014

Trailer Robin Hood ( Legendado )




Na Inglaterra do século XIII, Robin Hood e seu bando de saqueadores enfrentaram a corrupção em uma pequena vila, que teve como consequência um movimento contra a coroa, o que alteraria para sempre o equilíbrio do poder mundial.

Tanto como ladrão ou como herói, um homem de origem pobre se tornará um símbolo eterno de liberdade para seu povo. A aventura sobre Robin Hood mostrará a vida do habilidoso arqueiro, inicialmente interessado apenas em sua sobrevivência durante o luta do exército do rei Richard contra a França.

Após a morte do rei, Robin viaja para Nottingham, uma cidade que sofre nas mãos de um xerife déspota e corrupto. Lá, o arqueiro se apaixona por Lady Marion, uma mulher desconfiada da identidade e das motivações de Robin Hood.Para conquistar a mulher e salvar a cidade, ele forma uma gangue de mercenários, que juntos vão atrás da nobreza para tentar corrigir as injustiças comandadas pelo xerife. 

Com o país devastado após anos em guerra, vivendo por regras ineficazes impostas pelo novo rei e vulnerável a ameaças externas, Robin e seus homens convocam cada grande aventureiro para se juntar a eles nessa batalha. Os improváveis heróis e seus aliados se preparam para proteger seu país de uma possível guerra civil e levar a glória mais uma vez à Inglaterra.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Arte na Idade Média

Arte Idade
Média
Introdução 

Durante a Idade Média (século V ao XV), a arte europeia foi marcada por uma forte influência da Igreja Católica. Esta atuava nos aspectos sociais, econômicos, políticos, religiosos e culturais da sociedade. Logo, a arte medieval teve uma forte marca temática: a religião. Pinturas, escilturas, livros, construções e outras manifestações artísticas eram influenciados e supervisionados pelo clero católico. 


Iluminuras
No período da Idade Média, a maioria das pessoas não sabia ler nem escrever. As iluminuras, ornamentações realizadas em volta dos manuscritos copiados por monges da igreja católica, auxiliavam nos ensinamentos de Deus, suas capas eram de ouro e cravejadas com pedras preciosas. As primeiras letras desses manuscritos eram destacadas com desenhos de arabescos, curvas, flores em ramalhetes.

Na realidade, o termo iluminura não se refere nem ao livro nem ao conteúdo do seu texto. Em rigor, apenas se aplica às ilustrações que sublinhavam a mensagem do texto e às Letras Capitulares: letras coloridas profusamente decoradas que introduziam um novo assunto. Entre uma grande variedade de pigmentos, o ouro e a prata eram obrigatoriamente usados como tinta. Expostas à luz, estas ilustrações parecem brilhar ao refletirem a luz do sol.Esta é, de resto, a explicação para o seu nome.Como aconteceu com toda a arte Românica, a técnica e grande parte dos motivos utilizados foram fortemente influenciadas pela arte móvel decorativa dos povos bárbaros, quase toda constituída por pequenos objetos rituais ou decorativos. O semi-nomadismo destes povos não convivia bem com a edificação de grandes construções.



ARQUITETURA
 MEDIEVAL
Estilo Românico 
Este estilo prevaleceu na Europa no período da Alta Idade Média (entre os séculos XI e XIII). Na arquitetura, principalmente de mosteiros e basílicas, prevaleceu o uso dos arcos de volta-perfeita e abóbadas (influências da arte romana). Os castelos seguiram um estilo voltado para o aspecto de defesa. As paredes eram grossas e existiam poucas e pequenas janelas. Tanto as igrejas como os castelos passavam uma ideia de construções “pesadas”, voltadas para a defesa. As igrejas deveriam ser fortes e resistentes para barrarem a entrada das “forças do mal”, enquanto os castelos deveriam proteger as pessoas dos ataques inimigos durante as guerras. 
Com relação às esculturas e pinturas podemos destacar o caráter didático-religioso. Numa época em que poucos sabiam ler, a Igreja utilizou as esculturas, vitrais e pinturas, principalmente dentro das igrejas e catedrais, para ensinar os princípios da religião católica. Os temas mais abordados foram: vida de Jesus e dos santos, passagens da Bíblia e outros temas cristãos. 

Estilo Gótico 
O estilo gótico predominou na Europa no período da Baixa Idade Média (final do século XIII ao XV). As construções (igrejas, mosteiros, castelos e catedrais) seguiram, no geral, algumas características em comum. O formato horizontal foi substituído pelo vertical, opção que fazia com que a construção estivesse mais próxima do céu. Os detalhes e elementos decorativos também foram muitos usados. As paredes passaram a ser mais finas e de aspecto leve. As janelas apareciam em grande quantidade. As torres eram em formato de pirâmides . Os arcos de volta-quebrada e ogivas foram também recursos arquitetônicos utilizados. 
Com relação às esculturas góticas, o realismo prevaleceu. Os escultores buscavam dar um aspecto real e humano às figuras retratadas (anjos, santos e personagens bíblicos).  
No tocante à pintura, podemos destacar as iluminuras, os vitrais, painéis e afrescos. Embora a temática religiosa ainda prevalecesse, observa-se, no século XV, algumas características do Renascimento: busca do realismo, expressões emotivas e diversidade de cores.


Fonte:http://www.suapesquisa.com/idademedia/lazer_idade_media.htm





Música da Idade Média

Com a queda do Império Romano e a implantação do cristianismo, a igreja passa a ter um papel fundamental para o desenvolvimento e evolução da música, pois são os monges que, nos mosteiros e depois dos gregos, continuam a desenvolver a escrita e a teoria musical.
São os cânticos litúrgicos vocais e de transmissão oral que fazem parte do repertório mais usado na musica da Idade Média. Estes cantos litúrgicos variavam nas suas interpretações consoante a raça, a cultura, os ritos e os hábitos musicais dos diversos povos.
Sentindo necessidade de unificar e de fortalecer o cristianismo, São Gregório Magno, monge beneditino e eleito papa em 590, compilou e selecionou uma série de cânticos litúrgicos com qualidade e dignos de culto. Foi neste sentido que reuniu alguns cânticos já existentes e outros de sua própria autoria numa coletânea que intitulou de Antifonário.
A esta forma de cantar deu-se o nome de Canto Gregoriano, que era basicamente uma forma de oração para demonstrar o amor a Deus. Este canto tinha uma melodia simples que seguia o ritmo das palavras.
Nesta época começa a haver uma grande separação entre a música religiosa e a música popular. Uma das grandes diferenças entre elas está nos instrumentos que são usados em ambas. Na igreja apenas o órgão era permitido, enquanto que na música não religiosa ou chamada profana usavam-se: a rabeca, o saltério, o alaúde, a charamela, a flauta, a gaita de foles, a sanfona, a harpa, os pratos, os pandeiros, os tambores,...
A língua usada nos cantos da igreja era o Latim, enquanto que na música popular eram os dialetos próprios de cada região.
Os menestréis eram cantores, músicos e malabaristas que andavam de terra em terra juntamente com os saltimbancos.
Os trovadores eram nobres que compunham música e poesia tendo como tema preferido, para as suas composições, o amor.
A notação musical serviu no início apenas para auxiliar a memória de quem cantava, mas, ao longo dos tempos, tornou-se cada vez mais precisa. Numa fase inicial eram colocados pequenos símbolos chamados neumas.
Mais tarde e de forma progressiva foram introduzidas as linhas até se chegar ao conjunto das 4 que foram inventadas por Guido D’Arezzo, conhecido como sendo um grande teórico da música na Idade Média.Mas, a partir do século XI, o uso da pauta tornou-se habitual.

Estas são algumas músicas da Idade Média:



Fonte:http://idademedia1a.comunidades.net/index.php?pagina=1124825865
Fonte:www.youtube.com/watch?v=6FTS49U5xm0

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Jogos da Idade Média



Introdução


Nem só de guerras, religião e trabalho viviam os homens na Idade Média. O lazer era um importante componente cotidiano que servia, muitas vezes, como válvula de escape para os conflitos e tensões cotidianas. Tantos nobres quanto camponeses tinham estes momentos de diversão.

Lazer dos nobres 
Torneios medievais 
Os nobres (senhores feudais, cavaleiros, reis, duques, etc) gostavam muito dos torneios medievais. Estes torneios eram espécies de jogos competitivos em que cavaleiros armados se enfrentavam entre si. Montados em cavalos, usando armaduras, lanças e escudos, estes cavaleiros lutavam para demonstram suas habilidades como guerreiro. Era comum cavaleiros saírem gravemente feridos ou até mesmo mortos durante a realização destes torneios.

Caça
A caça de animais selvagens também era uma outra forma de lazer muito valorizada pela nobreza. Montados em cavalos e acompanhados de cães de caça, os nobres entravam nos bosques e florestas para caçarem raposas, coelhos, alces, javalis e outros animais selvagens.
Festas nos castelos
Eram comuns as festas realizadas pelos nobres em seus castelos. Momento em que convidavam amigos e parentes para um banquete. Nestas festas, eram comuns a presença de músicos, grupos de teatros, dançarinos, mágicos, etc.  
Lazer dos camponeses (servos)
Embora tivessem uma vida muito desgastante e sofrida, os servos (camponeses) também conseguiam arrumar tempo para a diversão. A dança e a música eram as principais formas de lazer entre os camponeses na Idade Média. As crianças brincavam de lutas e imitavam os cavaleiros que admiravam com armas de brinquedos feitas de madeira

Fonte:http://www.suapesquisa.com/idademedia/lazer_idade_media.htm


Receita da idade média


Nesse post vou falar um pouco sobre uma receita da idade média,vou falar da receita de ensopado de lebre;


Ingredientes:



1 lebre limpa sem pele e sem cabeça, cortada em pedaços (na falta pode ser substituída por coelho) 
Marinada (1 litro de vinho tinto, 3 cebolas cortadas ao meio, 3 cenouras cortadas em rodelas, 2 folhas de louro secas, 20 g de pimenta-preta em grão, 20 g de pimenta-branca em grão, 20 g de zimbro, sal a gosto) 
4 dentes de alho inteiros 
16 minicebolas 
100 ml de óleo de oliva 
4 cenouras cortadas em pedaços regulares 
400 g de grãos-de-bico pré-cozidos 
20 g de farinha de trigo, aproximadamente 
Farinha de trigo para polvilhar 
Acompanhamento 
Pão caseiro 


Modo de preparo:




Num recipiente fundo, coloque a lebre cortada em pedaços, agregue todos os ingredientes da marinada e cubra com papel-alumínio. Leve à geladeira por 48 horas, virando algumas vezes os pedaços de lebre nos temperos. 
Retire da geladeira e passe o líquido da marinada por uma peneira. Reserve. 
Passe os pedaços de lebre em água fria, seque bem, tempere com sal e polvilhe com farinha de trigo. Reserve. 
Leve uma panela de fundo grosso ao fogo, junte os dentes de alho, as minicebolas e o óleo de oliva. Refogue por 1 minuto, retire as minicebolas e reserve. 
Coloque os pedaços de lebre e refogue por 2 minutos, em fogo alto. 
Baixe o fogo e incorpore o líquido da marinada. Cozinhe por cerca de 2 horas até que a carne fique bem macia. 
Se for necessário, pingue água durante o cozimento. 
Junte as cenouras e também as minicebolas que estavam reservadas. 
Dissolva cerca de 20 gramas de farinha de trigo no molho e cozinhe por mais aproximadamente 20 minutos, para que fique mais denso. 
Agregue os grãos-de-bico já cozidos e cozinhe por mais cerca de 10 minutos. 
Verifique o tempero e sirva em prato fundo, acompanhado de pão caseiro.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Cartão postal da Idade Média (Castelo de Windsor)






O Castelo de Windsor está localizado no município de mesmo nome, no condado de Berkshile, na Inglaterra, ainda que temporariamente, por seus moradores, há pelo menos 200 anos. Este Castelo tem sua origem no século VII; ele foi edificado em madeira por Guilherme, o conquistador, em 1066, quando nesta região ainda habitavam os saxões primitivos. A escolha desta área foi estratégica, pois ela estava situada perto do rio Thames, no alto de uma colina. Na época o Palácio e a Torre de Londres cercavam e ofereciam proteção a este município.


Ao longo da Idade Média o monarca Henry III teve a iniciativa de realizar várias e importantes modificações no Castelo, ordenando a edificação de três torres novas, as quais apresentavam uma inovação para a época, a presença de janelas com vidros. Edward III, que converteria a residência em espaço para habituais disputas, jogos públicos, competições, festas, festins, procissões e reuniões de grandes proporções, nasceu em Windsor no ano de 1312. Até hoje o palácio é sinônimo de realeza britânica nglaterra. Ele é o maior de todo o Planeta a ser o



Localização: Inglaterra (Windsor)

Ano da construção: 1066

As brincadeiras da Idade Média

Desde os tempos antigos que os brinquedos tiveram um importante papel na vida das crianças. Por milhares de anos crianças brincaram com brinquedos dos mais variados tipos. Bolinhas de gude foram usadas por crianças no continente africano há mais de anos. Na Grécia Antiga e no Império Romano, brinquedos comuns eram barquinhos e espadas de madeira, entre os meninos, e bonecas entre as meninas.
Durante a Idade Média, os fantoches eram brinquedos muito comuns entre as crianças.
Geralmente as meninas brincavam com bolsas feitas de couro e bexigas de animais, e nessa época costumavam brincar de bonecas de pano; Os meninos de espadas de madeira.
As brincadeiras tinham finalidade recreativa e também educativas, pois as meninas se tornariam mães e os meninos mais tarde cavalheiros.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Heróis da Idade Média



CARLOS MAGNO

Em 772, com 30 anos, Carlos tomou o governo do reino dos francos. Com razão Carlos se chamou Magno. Mereceu esse nome como general e conquistador, como ordenador e legislador de seu imenso império e coros. Sua vida foi uma constante luta contra a grosseria e a barbárie, que ameaçavam a Religião Católica e a nova cultura que nascia.Nada menos que 53 expedições militares foram por ele empreendidas, a saber: dezoito contra os saxões, uma contra a Aquitânia, cinco contra os lombardos, sete contra os árabes, da Espanha, uma contra os turíngeos, quatro contra os avaros, duas contra os bretões, uma contra os bávaros, quatro contra os eslavos, cinco contra os sarracenos da Itália, três contra os dinamarqueses e duas contra os gregos.No Natal do ano de 800, o Papa São Leão o elevou à dignidade de Imperador, fundando assim a mais nobre instituição temporal da Cristandade, O Sacro Império Romano Alemão. A 29 de fevereiro de 814, Carlos faleceu, depois de ter recebido a Sagrada Comunhão. Foi enterrado, segundo a legenda, em um nicho da Catedral de Aix-la-Chapelle, em posição ereta, sentado em um trono, cingido de espada e com o livro dos Evangelhos nas mãos.É ele o modelo dos imperadores católicos, o protótipo do cavalheiro e a figura central da grande maioria das canções de gesta medievais”

Fonte:http://heroismedievais.blogspot.com.br/


RICARDO CORAÇÃO DE LEÃO

Após a libertação de Jaffa, Ricardo Coração de Leão só dispunha de dois mil homens, dos quais só cinquenta eram cavaleiros, aliás, desmontados. A debilidade numérica inspirou aos turcos a esperança de tirar revanche.
Assim que o exército de Saladino conseguiu se recuperar em Yazour, ele percebeu a imensa vergonha do pânico do 1º de agosto. 
Ele ficou sabendo que a pequena tropa de Ricardo, com uma louca despreocupação, acampava fora dos muros de Jaffa.
Na noite do 4 ao 5 de agosto, a cavalaria muçulmana se pôs em marcha sob a luz da lua em direção ao acampamento inglês, e só chegaram diante do acampamento cristão de manhãzinha.
Um genovês que se afastara pelos campos viu brilhar as armaduras e deu a alarme. Acordados às pressas, Ricardo e os seus apenas tiveram tempo de pagar nas armas, alguns até tiveram que combater seminus.

Assim, eles receberam sem fissuras, nos primeiros albores da manhã, a carga furiosa dos esquadrões maometanos. Ricardo, a toda pressa, dissimulou entre os lanceiros, um número igual de besteiros.
Quando os cavaleiros turcos viam que sua carga era quebrada pelas lanças, eles davam meia volta para se reorganizarem. Então, os besteiros atiravam, matando os cavalos e semeando a desordem nos esquadrões.
Todas as cargas de Saladino arrebentaram-se diante desta tática precisa. Foi em vão que o sultão exortou seus soldados por trás das fileiras.
Foi então que Ricardo Coração de Leão passou ao ataque contra esse exército desmoralizado.
A batalha durou todo o dia 5 de agosto. Na tarde, a vitória dos cruzados era completa. Diante do rei de Inglaterra e seu punhado de heróis o exército muçulmano bateu em retirada.
Saladino saiu humilhado e desencorajado.
Entrementes, os acontecimentos na Europa pediam pelo rei da Inglaterra. Na sua ausência o rei da França Felipe Augusto e o próprio irmão do rei inglês, João sem Terra, começaram a dividir seu reino.
Instado a regressar, Ricardo concluiu uma paz de compromisso com Saladino em 3 de setembro de 1192. O acordo baseou-se no mapa das operações: os francos obtiveram o território recuperado pelos seus exércitos, quer dizer a zona costeira desde Tiro até Jaffa.
O interior, incluindo Jerusalém, ficava na posse de Saladino, mas o sultão concedia todas as garantias aos cristãos para peregrinarem em liberdade na cidade santa.

Não foi sem melancolia que Ricardo embarcou para Europa, em 9 de outubro de 1192, sem ter podido liberar o Santo Sepulcro. Ele puniu-se a si próprio se abstendo de acompanhar os cavaleiros na visita aos Locais Santos. 
Saladino teve que se contentar com um semi-sucesso após ter quase apalpado a vitória total. Frente ao rei-cruzado com coração de leão ele conheceu as sombrias jornadas de Arsur e Jaffa e teve que ceder aos cristãos a costa palestina.
 Na noite de 3 a 4 de março de 1193 ele morreu em Damasco, onde ainda está seu túmulo.














Fonte: http://heroismedievais.blogspot.com.br/

Joana D’arc





Joana D’arc nasceu na França no ano de 1412 e morreu em 1431 (época medieval). Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando seu país enfrentou a rival Inglaterra. Joana D’arc foi canonizada (transformada em santa) no ano de 1920.



A história da vida desta heroína francesa é marcada por fatos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de membros de sua família por soldados ingleses que invadiram a vila em que morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões e receber mensagens, que ela dizia ser dos santos Miguel, Catarina e Margarida. Nestas mensagens, ela era orientada a entrar para o exército francês e ajudar seu reino na guerra contra a Inglaterra. 

Motivada pelas mensagens, cortou o cabelo bem curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treinamentos militares. Foi aceita no exército francês, chegando a comandar tropas. Suas vitórias importantes e o reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja em outros líderes militares da França. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio de Joana D’arc.

Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam para os ingleses. Foi acusada de praticar feitiçaria, em função de suas visões, e condenada a morte na fogueira. Foi queimada viva na cidade de Rouen, no ano de 1431.



Fonte : http://www.suapesquisa.com/biografias/joana_darc.htm


domingo, 18 de maio de 2014

Batalhas do Castelo

Em formato de fábula, o escritor cria uma história envolvente em um cenário medieval muito detalhista e real. Faz também uma série de imagens simbólicas transmitindo valores importantes para vida em sociedade como a coragem, a solidariedade, a luta contra o preconceito, entre outros. Essa história traz herois marginais, pessoas comuns como velhos, órfãos, condenados, doentes; todos liderados por um bobo, intitulado “Duque” por um rei caduco.

A trama dá inicio quando Bobuque, como passa a ser chamado o ex bobo da corte, é designado a um castelo abandonado (o Castelo do Canto), onde vai conduzir o seu ducado com sua comitiva formada por doentes, aleijados, ex prisioneiros, velhos e crianças órfãs. Neste castelo eles enfrentam lutas contra o medo, o frio, a fome e o ódio. Tudo parecia estar fadado a conduzir o ducado de Bobuque ao fracasso. Ao invés, Bobuque mostra-se ser um grande líder e de sábia filosofia de vida. Aos poucos a convivência vai aproximando os personagens que passam a se conhecer melhor e surge a necessidade diante as adversidades de que juntos formem uma comunidade unida para serem vitoriosos, somando as qualidades de cada um para compensar suas franquezas Cada dia é uma batalha, mas o sol ainda é grátis para todos!”